Tecnologia Shield - Embrapa Soja
A Tecnologia Shield aumenta sua margem de segurança em situações de ocorrência da ferrugem-asiática da soja. Ela não dispensa o uso de fungicidas, mas combinada com o conjunto de tecnologias recomendadas pela pesquisa para o manejo integrado da doença, apresenta vários benefícios como:
- Maior estabilidade de produção em situações de atraso nas aplicações.
- Maior segurança para gerenciar sua área de produção.
- Mais flexibilidade na estratégia de manejo da ferrugem-asiática.
CULTIVARES RESISTENTES E O MANEJO DA FERRUGEM
No caso da ferrugem, a resistência genética não dispensa o controle químico, mas representa uma importante ferramenta para retardar o avanço da doença no campo. No contexto da resistência genética à ferrugem, são consideradas resistentes as cultivares que apresentam lesões marromavermelhadas (RB, Reddish-Brown), semelhante à lesão de hipersensibilidade, com nenhuma ou menor esporulação do fungo. Ao reduzir a multiplicação do fungo, retarda-se o avanço da doença, diferente da cultivar suscetível, que apresenta a lesão castanha (TAN). O uso de cultivares com essa característica permite uma melhor convivência com a doença no campo.
SOBRE A FERRUGEM-ASIÁTICA DA SOJA
A ferrugem é um dos principais problemas enfrentados pelos produtores e o fungo vem se tornando cada vez mais resistente aos fungicidas. Portanto, cultivares de soja com genes de resistência genética à doença têm papel importante na estratégia de manejo da doença. Vazio sanitário, semeadura antecipada, uso de cultivares precoces, controle químico e cultivares resistentes constituem os principais pilares do manejo integrado da doença no Brasil. Conheça as estratégias de manejo da ferrugem-asiática no Consórcio Antiferrugem: http://www.consorcioantiferrugem.net.